Arroz de couve-flor

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A pessoa aqui está de atestado e de molho em casa, e vê na TV a Ana Maria Braga dando uma ideia super legal (que muita gente já deve ter visto por aí): o arroz de couve-flor. Mas como tava bom demais pra ser verdade, ela acabou dando junto uma opinião baseada em achismo ou uma meia informação que ela viu por aí: “carboidrato e proteína é uma bomba calórica, não é bom”.

Miga, DEPENDE.

Primeiramente, a vida não é feita de calorias. Esquece um pouco disso, por favor? E segundo, depende do carboidrato, depende da proteína, depende da combinação, depende da pessoa, depende do horário, …

Uma fruta é rica em carboidrato; adicionar uma fonte de proteína pode ser uma estratégia interessante para reduzir a absorção do açúcar da fruta – geralmente se usa fibras, gorduras boas ou proteínas pra esse intuito. Então uma panqueca de banana + ovo + aveia pode ser uma opção saudável de lanche e não uma opção calórica.

Arroz e feijão são alimentos típicos brasileiros e são uma mistura excelente de aminoácidos essenciais, que se complementam para fornecer a nossa necessidade diária “proteica”.

Um pouco de arroz integral, feijão, salada e frango à noite pode ser uma ótima opção de jantar.

Cada um tem o direito de dar sua opinião. Mas a partir do momento que a pessoa é uma figura pública, que contribui para difundir informações, e faz um comentário baseado no achismo, aí não. Menas.

Mas vamos voltar à parte boa, o tal arroz de couve-flor.

A couve-flor é rica em vitaminas do complexo B, vitamina C e E, potássio, cálcio e magnésico; ajuda a diminuir o colesterol; é rica em fibras e em carboidratos de absorção mais lenta, sendo boa para diabetes e emagrecimento; rica em antioxidantes, ajudando a fortalecer o sistema imunológico; ajuda a manter dentes e ossos fortes, entre uma diversidade de benefícios.

E a receita que ela deu no programa é bem bacana. Parabéns por essa parte! Deem uma olhadinha lá no site dela, se quiserem ver detalhes, mas basicamente pra fazer você precisa:

  • Ralar ou triturar a couve-flor no processador
  • Em uma panela, refogar alho e cebola em um pouquinho de azeite
  • Adicionar a couve-flor triturada, refogar um pouquinho, adicionar sal e colocar um pouquinho de água para cozinhar. É BEM menos água do que você colocaria pra cozinhar um arroz de verdade, ok? Na receita da Námaria, ela colocou 7 xícaras de couve flor e 3/4 xícara de água – uma boa é ir adicionando a água aos pouquinhos pra não errar.

Essa é uma ótima opção pra um jantar mais leve e uma ótima alternativa pra enganar aquela vontade de quem AMA arroz e não vive sem.

Bolo de chocolate amargo com beterraba e café

Oi, Gente!

Depois de um tempinho sem atualizações por aqui… Resolvi retornar presenteando vocês com uma receita que eu acho simplesmente fantástica! É um bolo de chocolate molhadinho, que tem um ingrediente bem inusitado: beterraba. E acredite, ela combina super bem com o conjunto da obra! Café e chocolate, nem precisa dizer que super combina, né?! 😀

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Bolo de chocolate amargo com beterraba e café

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Ingredientes:

  • 1 beterraba lavada e descascada
  • 100g de chocolate amargo picado (usei um da Hershey’s que é 60% cacau, e não causa tanta estranheza aos paladares pouco acostumados com o amarguinho bom do chocolate 70%, 80%, …)
  • 40mL de café
  • 100g de manteiga
  • 1 xícara de chá (rasa) de farinha (usei farinha de aveia)
  • 3 col. sopa de cacau em pó
  • 1 col. chá de fermento em pó
  • 3 ovos pequenos (separando as gemas da clara)
  • 3/4 xícara de chá de açúcar (mascavo, demerara ou de coco)

Modo de preparo:

Cozinhe a beterraba até que ela fique macia. Processe até que ela vire um purê (eu gosto de usar um miniprocessador pra isso, mas pode ser liquidificador, garfo, o que você preferir!).

Derreta o chocolate. Em seguida adicione a manteiga e o café e misture bem (se a manteiga estiver gelada e durinha, vale a pena dar uma leve derretida nela antes de adicionar ao chocolate).

Adicione as gemas e o purê da beterraba e mexa bem.

Em uma vasilha separada, misture todos  os ingredientes secos.

Em outra vasilha, bata as claras em neve. Quando já estiverem no ponto de neve, adicione o açúcar e mexa delicadamente. Adicione esse “marshmallow” à mistura de chocolate e mexa bem. Por fim, adicione os ingredientes secos e misture até homogeneizar.

Coloque a massa em uma forma untada e enfarinhada (com cacau, pra não deixar a massa branca) ou em uma forma de silicone e leve para assar em forno pré-aquecido (pré-aqueça a 180ºC e baixe para 160ºC quando colocar o bolo dentro do forno) por aproximadamente 40 minutos ou até que fique firme nas laterais e um pouco mole no centro.

Adicionar frutas e hortaliças em bolos é sempre uma boa estratégia para aumentar a quantidade de fibras e nutrientes das receitas. Fica a dica! Espero que gostem! 😉

Saiu na mídia!

Saiu uma participação e uma receitinha minha na Revista do Correio de ontem (17/08)! A matéria é sobre sucos detox e está bem bacana! Gostaria de fazer apenas uma pequena correção: quem tem hipotireoidismo é bom evitar o consumo do suco verde, porque os vegetais verde escuros (como a couve, muito utilizada nesses sucos), contêm glicosinolatos, os quais interferem no metabolismo da tireóide.

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A matéria completa está no link da Clínica Médica Saúde e Bem Estar: http://www.clinicasaudebemestar.com.br/news.php

Bolo de coco – descobrindo a farinha de coco

Quem é que não gosta de bolo de coco? E com cobertura, pra comer morninho… Huuum, delícia!

Descobri essa receita fuçando blogs de culinária pela internet afora, e gostei bastante da “carinha” do bolo. Uma coisa que achei bem interessante: ele usa a farinha de coco.

Farinha_CocoPra você que não conhece, a farinha de coco é obtida a partir da polpa da fruta. Como ela é rica em fibras, promove maior saciedade, melhora o funcionamento do intestino e até auxilia no controle do diabetes. Esse textinho aqui explica algumas dessas propriedades mais detalhadamente e está bem legal (só tome cuidado para não se encantar demais e achar que a farinha de coco vai fazer milagre, ok?!).

Além disso, ela não contém glúten, sendo interessante para substituir a farinha de trigo em preparações.

O preço dela é um pouco “salgado”, mas para usar de vez em quando e variar o uso das farinhas (trigo, arroz, aveia, coco, etc), acho uma boa pedida! Para quem é do clube do “faça você mesmo”, encontrei no site da Pat Feldman como fazer a farinha de coco em casa. Ainda não testei, mas parece ser bem fácil! E você ainda ganha de “brinde” um leite de coco caseiro. Confiram lá!

Então vamos à receita:

Bolo de Coco
– sem lactose, sem glúten, sem soja –
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Ingredientes:

  • 1/2 xíc. (chá) de farinha de arroz
  • 1/2 xíc. (chá) de farinha de coco
  • 50g de coco ralado
  • 1 col. (sobremesa) de fermento em pó
  • 2 ovos
  • 1 col. (sopa) cheia de manteiga ou 2 col. (sopa) de óleo de coco
  • 100 ml de leite de coco
  • 1/2 xíc. (chá) de açúcar demerara

Modo de Preparo:

  1. Em uma vasilha, misture a farinha de arroz, a farinha de coco, o coco ralado e o fermento. Reserve.
  2. Bata no liquidificador: os ovos, a manteiga (ou o óleo de coco), o leite de coco e o açúcar demerara.
  3. Despeje a mistura do liquidificador nas farinhas e misture até ficar homogêneo.
  4. Coloque em uma forma com furo no meio (untada e enfarinhada) e leve para assar em forno médio (180 graus) por aproximadamente 30 minutos.

Cobertura (opcional)

  • 200mL de leite de coco
  • 1/4 xíc. (chá) de açúcar *
  • coco ralado para decorar (a gosto)

* Para a cobertura usei o branco mesmo, porque não quis arriscar uma cobertura mais marronzinha por conta do açúcar mascavo ou demerara. Mas da próxima vez, vou testar com eles!

Modo de Preparo:

  1. Leve o leite de coco ao fogo até começar a ferver.
  2. Tire do fogo, acrescente o açúcar e misture bem. Retorne a panela ao fogo baixo e mexa sem parar até reduzir pela metade (aproximadamente 15 minutos). O leite fica bem cremoso, não vai ficar firme demais e nem desgrudar do fundo da panela. Se baseie pela quantidade de leite na panela, quando reduzir pela metade, pode desligar.
  3. Coloque essa cobertura ainda quente por cima do bolo e decore com o coco ralado.

A textura ficou ótima! Não ficou nada duro, principalmente quando estava morninho. Espero que gostem! 😉

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Suco verde e gelinho de couve

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Quem é que nunca ouviu falar do suco verde? O mais que queridinho suco entre as famosas, fitness ou nutricionistas funcionais!
E por que ele está fazendo tanto sucesso? Vamos descomplicar:

Pra quem nunca ouviu falar, o suco verde é feito, em geral, com frutas e couve.
Ele é interessante porque combina frutas com vegetais, sendo um “boom” de vitaminas e minerais, além de conter fibras e fornecer compostos antioxidantes ao organismo. Por isso mesmo ele é chamado por aí de suco “detox”, pois ajuda no funcionamento do intestino e ajuda a combater os radicais livres do nosso corpo (produzidos quando fazemos uma alimentação com exagerado consumo de industrializados, açúcar e até álcool ou quando estamos estressados).

Mas cuidado! Se você fizer um suco basicão, sem dar um “plus”, ele pode não ser tão benéfico assim. Eu explico: quando você faz um suco, uma parte das fibras da fruta são perdidas (já que a fruta é triturada) e isso gera um suco com uma carga glicêmica muito alta, ou seja, a glicemia (o açúcar no seu sangue) sobe rapidamente e isso não é legal pra saúde. Se você comesse uma fruta, o impacto na sua glicemia seria menor, ou seja, o açúcar chegaria no sangue mais lentamente por causa das fibras – e isso que é o ideal em todas as refeições que fazemos.

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“Mas o suco verde, de mocinho, passou a vilão?”

Nada disso! Lembra que eu disse para dar um “plus” ao suco? Pois bem, o ideal para fazer um suco verde é adicionar alguma fonte de fibras, além das frutas. Eu indico usar os seguintes ingredientes:

  • Folha verde escura – como a couve.
  • Frutas – abacaxi, maçã, banana, …
  • Água, água de coco ou chá – no caso dos chás, prepare de véspera e guarde na geladeira. Eles são interessantes para aumentar a quantidade de antioxidantes do suco, ou melhor, “suchá”!
  • Fibras – biomassa de banana verde, chia, linhaça, psyllium, … O uso de uma fonte de fibras (cerca de 1 colher de sopa) é importante para não ter os problemas na glicemia que falamos ali em cima.
  • Gengibre – adicione pelo menos uma moedinha de gengibre no suco, já que ele tem alto poder anti inflamatório (ótimo para começar o dia com um suco que “desintoxica” o organismo).
  • Vegetais (opcional) – cenoura, beterraba, pepino, salsão, …

Para variar, use a imaginação! Invente o suco com as combinações que preferir. Se você nunca fez e quer experimentar, tente adicionar o couve em sucos que já gosta. Uma combinação que faz um suco verde bem docinho e cremoso é a seguinte:

  • Banana – 1/2 unidade
  • Suco de maracujá – 1/2 copo
  • Pêra – 1/2 unidade
  • Couve – 1 folha com o talo ou 2 gelinhos (veja abaixo)
  • Gengibre – 1 moedinha ou uma colher de sobremesa
  • Hortelã – algumas folhinhas ou uns 2 gelinhos (veja abaixo)
  • Biomassa de banana verde – 1 gelinho

Pra quem mora sozinho ou compra bastante couve na feira do domingo e fica naquela: “poxa, não vou conseguir comer isso tudo, vai estragar com certeza”: seus problemas acabaram! Faz um gelinho de couve, ou de qualquer outra folha verde escura, ou de um mix delas, que tal?

IMG_20140416_231128Pra fazer o gelinho, eu coloco cerca de 250mL de água no liquidificador para cada 4 – 6 folhas de couve, adicionando e batendo aos poucos. Ah, e bata a folha de couve no liquidificador com o talo, ok?

Quando a folha é hortelã ou manjericão, ou prefiro colocar umas folhinhas na formas de gelo e adicionar água, assim ó:

Aí é só levar pro congelador.

Nada de desperdício, minha gente! Vamos conservar tudo bem direitinho, pra aproveitar o melhor que esses alimentos podem nos oferecer, sempre! 😉

Se você nunca tomou um suco verde e faz “cara de eca” quando vê um, se permita experimentar antes de dizer que não gosta. Você pode se surpreender com o sabor.

Muita gente gosta desse suco, porque já “mata 2 coelhos numa cajadada só”: como o ideal é consumir pelo menor 3 porções de frutas e 3 porções de vegetais ao dia, o suco verde “resume” esse consumo. O que não deixa de ser uma alternativa.

Mas se você já experimentou com as mais diversas combinações e ainda assim não gostou de nenhuma, não se force a tomar! Se você prefere comer a couve refogadinha, ou junto com a salada, e tomar um suco de laranja, sem problemas!

O importante é gostar do que se come e comer com prazer.

😉

Mousse de chocolate com abacate

Na foto: brigadeiro de colher?

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Nada disso! Isso aí é um mousse de chocolate com abacate. Até rimou de tão linda a combinação rs 🙂

Pra matar AQUELA vontade de comer doce na sobremesa ou no lanche, essa receitinha é fantástica!

Eu fiz um pouco no olhômetro, mas a quantidade dos ingredientes foi mais ou menos essa:

  • 1 abacate pequeno
  • 100ml leite de coco
  • 1 a 2 col sopa coco ralado
  • 1 a 2 col sopa melado de cana
  • 1 punhado de amêndoas trituradas – ~ 7 unidades
  • 2 col sobremesa cacau em pó

Modo de preparo: Bater tudo no liquidificador e levar pra gelar. Na hora de servir, coloquei numa tijelinha individual e decorei com uma amêndoa e uma neve de coco ralado. Porque a apresentação faz toda a diferença!

Abacate 

Apesar de muita gente achar o abacate um vilão da dieta, por ser muito calórico, ele é super rico em beta-sitosterol (um fitoesterol) e em gordurinhas do bem, as gorduras monoinsaturadas, que combatem o colesterol ruim – LDL, reduzem os triglicerídeos e ainda ajudam a aumentar o colesterol bom – HDL. Saiba mais aqui.

Além disso é rico em glutationa, um potente antioxidante – leia-se ação anticancerígena e combate ao envelhecimento (pele boa e sem rugas, ó! rs).

Quando for fazer aí na sua casa, se sentir necessidade, ajuste nas quantidades de açúcar e cacau. Vá adicionando aos poucos e batendo. Mas não tem erro, super descomplicado de fazer!

😉

Torta com ganache de chocolate – sem leite e sem glúten

Como prometido, eis a minha primeira receita que pinta por aqui feita com biomassa de banana verde!

E numa sobremesa mais que especial: uma tortinha à la “cheesecake” com ganache de chocolate meio amargo.

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Xô TPM! Xô vontade de comer doce! 😛

Então vamos ao que interessa:

Massa sem glúten

  • 1 xícara cheia de castanhas (usei 3/4 de castanha do Pará e 1/4 de nozes)
  • 5 frutas secas (ameixa, damasco, tâmara)
  • 2 colheres de sopa de coco ralado
  • 1 colher de sobremesa de óleo de coco
  • 1 colher de sopa de mel (ou melado de cana ou açúcar mascavo)
  • 1 colher de sobremesa de linhaça triturada

Preparo:

Deixe as frutas secas de molho em água filtrada por uns 15 minutos, para que fiquem mais macias na hora de processar.

Coloque todos os ingredientes no processador ou no liquidificador e bata até que vire uma farofa.

Coloque a massa numa forma de fundo removível (usei uma forma de mais ou menos15cm de diâmetro) – vá apertando a massa no fundo e nas laterais da forma.

Em seguida, leve a massa em forno pré aquecido (150º – 180º C) e asse por mais ou menos 10 minutos. Eu nunca testei, mas também dá pra fazer sem assar: basta levar a massa no freezer por alguns minutos para que ela fique firme. Eu prefiro assar, porque tenho a impressão que fica mais crocante. rs E o cheirinho que sai do forno é fantástico!

 

Ganache de chocolate sem leite/lactose

  • 1 barra (150g) de chocolate meio amargo (usei uma parte 70% cacau e outra 55% cacau)
  • 100mL de leite de coco (ou outro leite vegetal)
  • 1 cubo de biomassa de banana verde
  • 50mL de água
  • Mel (opcional – a gosto)

Coloque o cubo de biomassa e os 50mL de água em uma panela e leve em fogo baixo para dissolver. Se sentir necessidade, adicione mais água aos poucos. Reserve.

Dissolva o chocolate em banho-maria. Tire do fogo, adicione o leite de coco e mexa. Por último, acrescente a biomassa e mexa novamente, até ficar homogêneo.

Recheie a massa com a ganache e leve à geladeira.

Particularmente, eu gosto de tirar a torta da geladeira um tiquim antes de servir, pra ganache ficar mais “cremosinha” em temperatura ambiente.

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Essa torta ficou deliciosa, gente! E o melhor de tudo: é uma sobremesa super saudável!

  • As castanhas são ricas em gordurinhas do bem e em uma série de vitaminas e minerais como vitamina E, selênio, magnésio, zinco, além de baixarem o índice glicêmico da refeição da qual fazem parte.
  • A biomassa ajuda no funcionamento do intestino e servem de “alimento” pras bactérias boas que vivem por lá (é um prebiótico).
  • O chocolate meio amargo, por conter maior teor de cacau, tem muitos fitoquímicos antioxidantes, combatendo os radicais livres, o estresse e o envelhecimento. Também ajuda na produção de serotonina, promovendo aquela sensação de bem estar.
  • Sem glúten e sem leite*, beneficia os intolerantes e alérgicos, além das pessoas que os evitam procurando maior bem estar.

*Alérgicos: observem os ingredientes do chocolate, para verificar se realmente podem consumir, evitando futuros sustos!

No mais, pode fazer sem medo de ser feliz! Rs 😉